sexta-feira, 14 de novembro de 2008

UM PASSADO MAIS CRIATIVO?

Um dia um homem descobriu que podia desenhar nas pedras com sangue, com plantas, e ai a pintura e o desenho só vieram crescendo e ganhando adeptos cada um com seu jeito de fazer arte.
Quando veio a Revolução Industrial, as fábricas queriam vender, os opositores á industrialização queriam que a arte permanecesse, e dai veio a confusão do século XX, onde a comunicação se tornava imprecindível. Não tá entendendo nada deste meu breve contexto histórico?
Este é um broche dos anos 50, época em que a comunicação já estava emancipada, de certa forma, porque o rádio já havia dominado, já haviam os "cinemas" e a trelevisão estava surgindo. Revistas, tinham aos montes já, e a fotografia ainda ganhava seu espaço nisso tudo. Qual era a solução? Ilustrar, e muito. Lá foram muitos faziam as pinups, enquanto aqui no Brasil tinhamos o Alceu Pena. Ainda não entendeu?
Bem, o que fez a pessoa querer um broche que é um cachorro de asas? Me diga?! No passado tudo era novidade, as pessoas podiam viajar muito mais na maionese, se bobiar, as pessoas eram menos quadradas na hora de criar coisas criativas do que hoje. Não que não sejamos criativos hoje, somo bons para o nosso tempo, mas absovermos muito do passado, do passado que traz objetos vintage como esse e me faz pensar se isso é moda, arte ou design... o que você acha?

vivis

2 comentários:

danpiantino disse...

uau Vivis! gostei muito do texto e da maneira como você vai puxando o passado para o leitor. E acho que o broche, enquanto um objeto de design do passado, pode ser considerado arte de um tempo. Para mim o design vai até o momento que o objeto é produzido, depois este passa a fazer parte da cultura, da história e da economia de um povo em determinado período. Assim um antropólogo veria (eu acho) Continue trazendo o passando com essa leveza, beijos, Dan.

Viviane disse...

Oi, parabéns pelo trabalho. Hoje o seu blog será o destaque do meu.
Fica na paz.

DESPIROGRÁFICO

conectando desde 09/2007

DESPIROGRÁFICO

meu mundo é observar