





Logo que comecei no mercado editorial, ainda na faculdade, muitos colegas meus diziam que a mídia imrpessa, as revistas, jornais e livros, iam sumir mais cedo ou mais tarde. Outro dia, na MTV, no programa do Lobão que agora esqueci o nome, sorry, eles estavam debatendo exatamente isso. Todo mundo virou meio que escravo da internet. Até minha mãe, que não usa computador, fica me perguntando sobre as coisas da net... é o nosso mundo atual, novidades como twitter que vão surgindo, e depois acalmando... e as bancas continuam ai, firmes e fortes, e várias publicações vão surgindo.
Este gibi feito pelo Sesi, para ensinar as crianças a não falar com estranhos e não praticar a violência, faz uma tentativa de ficar mais próxima das crianças. E é o correto! Fico bem rpeocupada ao ver crianças que não desgrudam da internet, como se só tivesse aquilo para brincar... a gente, que viveu os últimos suspiros de uma infância feliz, não consegue achar diversão completa no computador. Computador e sinônimo de trabalho.
Quando eu era criança, todo domingo meu pai me levava para ver os aviões lá em Congonhas, e era sempre na Laselva que ele comrpava seu jornal de toda semana. Eu tinha pilhas e pilhas de gibi, e nada substitui isso, nada. Não importa de que turma é, nem de que empresa é. Leitura num papel é a melhor coisa que se tem, e prejudica menos a vista.
Este gibi da farmácia do Sesi, além de ser de graça, traz curiosidades e passatempos que só no papel é divertido... imagina que chato para uma criança fazer palavras cruzadas, achados e perdidos pelo pc... eu não acho legal! Fora que o papel não individualiza como o computador. É muito chato um monte de gente sentado na frente de um pc... odeio!
Ah, e o último detalhe: o poder de publicações customizadas faz da lenda "adeus papel" a mais furada.
vivis